Cuiabá antecipa compra de remédios


Diante das notícias que se tem de outras cidades e estados sobre a falta de medicamentos utilizados no tratamento dos pacientes internados com Covid-19 na rede pública de Saúde, o prefeito Emanuel Pinheiro garante que em Cuiabá essa situação não existe e que, para evitá-la, a orientação é antecipar compras para que não venha a faltar. “Cuiabá está estável, mas nós queremos nos antecipar, fazer os estoques necessários das medicações, principalmente no período da pandemia para o combate da Covid-19”, afirmou a jornalistas, nesta segunda-feira (22).

Conforme o prefeito, manter o estoque das unidades de saúde, tanto de atenção básica, quanto secundária e de alta complexidade, tem sido uma luta empreendida desde o começo de sua gestão, independentemente de pandemia. “Mas estamos fazendo todo o controle, todas as aquisições necessárias porque em um leito de UTI, em uma enfermaria, é indispensável o profissional de saúde, são indispensáveis os equipamentos, as medicações e insumos também são indispensáveis. Todo um conjunto para poder atender e salvar vidas”, complementa.

O gestor ressalta ainda que todas as decisões sobre quais medicamentos devem ser utilizados no tratamento dos pacientes internados com a Covid-19 são intensamente debatidas no comitê especial composto por médicos infectologistas, técnicos das Secretarias de Saúde municipal e estadual e membros do Conselho Regional de Medicina (CRM-MT), que embasam as decisões do Comitê de Enfrentamento à Covid-19.

O objetivo é adotar medidas baseadas em evidências científicas e que sejam consenso na comunidade acadêmica mundial para implementar o protocolo de manejo clínico de pacientes com Covid-19, que é dividido em leve, moderado e grave, considerando as condições de cada paciente. “O que eu quero é tomar as decisões que salvem, que protejam a saúde e a vida das pessoas. Evidentemente, não causando um efeito colateral que possa levar ao óbito por outra comorbidade. Deus me livre! O que eu quero é salvar vidas, é proteger a população cuiabana”, afirma Pinheiro. 

FOLHA MAX
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