Botelho nega racha no Democratas e reafirma que caminha com Pivetta ao Senado


A esperada reunião da cúpula do Democratas, que ocorreu na noite de segunda-feira (17), no Palácio Paiaguás, não resolveu nenhuma questão: nem sobre a liberação dos grupos para apoio singular ao Senado ou sobre o impasse do candidato do grupo para a Prefeitura de Cuiabá. 

Após duas longas horas de conversa no gabinete do governador Mauro Mendes, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho garantiu que não existe um racha ou desentendimento dentro do grupo. O que os líderes esperam é que haja um entendimento final, mesmo que algumas parte já tenham decidido sobre seus apoios. 

"Ficou claro que existe as preferências de candidato ao Senado e temos até as convenções para construir um concenso, mas vamos trabalhar. Se mantendo como estar, eu vou caminhar com Otaviano Pivetta, o grupo de Jayme [Campos] com Nilson Leitão, mas temos até setembro para decidir isso", disse o presidente. 

Botelho ainda confirmou que não existe crise ou racha dentro do partido. Porém, uma eleição ao Senado em período que não era esperado acabou pegando todos de surpresa. Inclusive, o governador tem suas dificuldades em definir o apoio. 

"O Democratas não está rachado, o que temos é uma eleição que não era esperada. O governador tem dificuldades, pois tem que esteve com ele em 2018 e ainda o vice-governador. Mas ele pode construir e deverá decidir isso em breve", comentou o parlamentar.

Sobre as eleições municipais, Botelho parece bem convicto que o candidato do grupo é o ex-deputado federal Fábio Garcia. "Eu não sou candidato, nosso candidato é Fábio Garcia. Estamos bem confiante e Fábio é um grande administrador".

Sobre a licença, que o presidente da ALMT irá tirar a partir desta terça-feira (18), Botelho confirmou que irá cuidar dos sequelas deixadas pela Covid-19 e o tempo necessário para a cura total ele ficará fora. 

"Estou tirando licença para me cuidar. Estou tendo muita tosse e dor de cabeça e vou tirar a licença e cuidar disso que o Covid-19 deixou. Isso não é brincadeira. Estou tirando licença sem remuneração e vou voltar quando eu recuperar de verdade", finalizou o presidente, que irá se tratar em uma hospital particular do estado de São Paulo. 

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