Morto em confronto com policiais da DHPP assassinou desafeto na porta do boate e ostentava nas redes sociais


O criminoso David de Amorim Souza, conhecido como Cromado, e que foi morto nesta terça-feira (18), durante confronto com agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ostentava muito dinheiro nas redes sociais, inclusive há menos de 24h ele estava fazendo fotos com vários maços de cédulas de R$ 50 no histórico de seu WhatsApp. 

A principal hipótese da polícia é de que ele tenha participado de algum crime de roubo a caixa eletrônico ou até de instituição bancárias nos últimos dias e por isso estaria ostentando as notas aos seus seguidores. 


Cromado era considerado um fugitivo de altíssima periculosidade. Ele estava sendo procurado pela DHPP por assassinar um rival na porta da boate Top Fest, na Avenida Beira Rio, em janeiro deste ano, em Cuiabá. 

A vítima da época, identificado como Alexandro Penha Silva, 29 anos, pode ter sido vítima de crime passional. Pois a ex-namorada de Alexandro estava com Cromado na festa e com isso eles se desentenderam e voltaram a brigar na porta da boate. Com isso, Cromado sacou a arma e disparou uma vez na cabeça da vitima, que morreu no Pronto-Socorro de Cuiabá. 

Em 2018, Cromado foi preso com outros dois homens após roubar um banco Sicredi do município de Nobres. Ele estava tornozelado por conta desse crime e nesta terça-feira apontou uma espingarda calibre 12 para os agentes da DHPP, que atiraram em seguida e o mataram. 

Ele era alvo de busca e apreensão nesta terça-feira. O delegado Caio Albuquerque disse que não teve como os policiais evitar o confronto, tendo em vista que o criminoso estava com a espingarda em punho apontada aos agentes. 

O dinheiro, que era ostestando nas redes sociais não foi encontrado. Porém, as investigações continuam, inclusive com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado. 





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