Novo defensor da família Cestari rechaça intriga entre adolescentes e reafirma que provas confirmam fatalidade


O advogado Artur Barros Freitas Osti, que assumiu a defesa da família Cestari, no caso da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, morta pela amiga de mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville, em Cuiabá, reafirmou que o caso trata-se de uma fatalidade e fez questão de ressaltar que não havia qualquer intriga entre as adolescentes.

Osti confirmou a informação divulgada nesta terça-feira (25) pelo Olhar Direto, de que o advogado Ulisses Rabaneda, em comum acordo com a família, resolveu deixar o caso. “Após analisar atentamente o que, de fato, a investigação tem apurado sobre o episódio, conclui pela absoluta ausência de intenção na conduta da menor que efetuou o disparo”, disse em nota.

Ainda conforme Osti, já existem nos autos provas seguras quanto a inexistência de qualquer intriga ou desavença prévia entre os envolvidos que permitisse a cogitação de premeditação na conduta.

Além disto, o advogado diz estar convencido de que tudo não passa de uma fatalidade. “Assumi o encargo, o qual desempenharei, como de costume, de forma estritamente técnica e respeitosa com a sensibilidade dos fatos apurados”.

Troca

Pouco mais de um mês após a morte da adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, que ocorreu dentro de uma residência do condomínio Alphaville I, em Cuiabá, o escritório do advogado Ulisses Rabaneda não irá mais patrocinar a defesa da família Cestari no caso.

Conforme apurou o Olhar Direto, a decisão foi tomada nesta segunda-feira (24), de forma amigável entre o advogado e a família, liderada pelo empresário Marcelo Martins Cestari. O motivo do fim do contrato não foi detalhado entre as partes.

Osti assume a defesa da família Cestari em momento crucial do acontecimento, em que está próximo da conclusão do inquérito no âmbito da Polícia Civil. Posterior a isso, a parte documental do episódio seguirá para o Ministério Público, que irá decidir se abre denúncia ou pede o fechamento do caso.

Há uma semana, o delegado Wagner Bassi, responsável pela investigação da tragédia, conduziu a reconstituição simulada dos fatos. Toda equipe da Polícia Civil, juntamente com peritos, advogados, membros do Ministério Público e a família que reside na casa participaram da ação policial.

OLHAR DIRETO
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