Botelho diz que pretende ficar neutro em disputa ao Senado, mas conversará com Max Russi


De volta a Cuiabá depois de passar alguns dias em São Paulo se tratando das sequelas causadas pela Covid-19, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), disse que irá se manter neutro durante a disputa pela vaga suplementar do Senado.

A decisão de Botelho ocorre após o vice-governador de Mato Grosso, o empresário Otaviano Pivetta (PDT), desistir da campanha e recuar da eleição. Nos corredores do Palácio Paiaguas, onde teria um encontro com o governador Mauro Mendes (DEM), Botelho disse que vai aguardar uma decisão do grupo para qual será seu posicionamento no pleito.

Eduardo Botelho foi ao encontro com o governador assim que foi avisado da decisão de Otaviano Pivetta em desistir da disputa. "Eu, por enquanto vou ficar neutro. É possível sim apoiar o Max [Russi]. Ele me ligou e disse que quer conversar. Mas, por enquanto eu fico neutro", comentou o presidente do Legislativo.

Sobre a possível liberação do grupo para poiar quem cada um do Democratas entender, Botelho disse que aguarda a decisão do governador. “Vamos ver qual será a decisão do governador. Vamos aguardar a decisão dele. Acredito que será possível um acordo dentro do Democratas e assim evitarmos que vá para convenção, mas é possível que vá". 

Com relação a possibilidade do DEM ter ou não candidato a Prefeitura de Cuiabá, Botelho praticamente assegurou que o ex-deputado federal Fábio Garcia será o candidato do partido neste pleito eleitoral. “Acredito que o Fabinho será candidato, tudo caminha para isso”, enfatizou.

Sobre a eleição para a Prefeitura de Várze Grande, o presidente do legislativo mato-grossense diz que primeiro é esperar o resultado de uma pesquisa eleitoral que o partido vem fazendo que deve ser divulgada nas próximas horas para uma tomada de posição.

Indagado se o partido vai lançar o empresário e presidente do diretório municipal Júlio Pacheco como candidato, ele praticamente descartou esta possibilidade e evitou falar sobre as chance do vice-prefeito José Hazama (DEM) de ser o candidato à sucessão de Lucimar Campos, mulher do senador Jayme Campos.

“Em Várzea Grande está decidindo lá. Pacheco não é candidato. Vamos aguardar a pesquisa que está sendo feita lá”, declarou e saiu para reunião com Mauro Mendes.

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