Sem alianças e suplentes, Pedro Taques confirma que será candidato ao Senado



O ex-governador Pedro Taques (SD) confirmou nesta segunda-feira (14) que será candidato a senador por Mato Grosso, na eleição suplementar que será disputada junto com o pleito municipal deste ano, em 15 de novembro. 

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A confirmação foi tomada após algumas reuniões que vêm ocorrendo desde a última semana entre o ex-governador e algumas lideranças políticas, como o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) e o candidato do Avante ao Senado, Euclides Ribeiro.

Ainda não está confirmado o grupo que Pedro Taques irá apoiar, porém ele disse que está certa sua candidatura, ainda sem nenhum nome definido para as duas suplências que são necessárias para compor a chapa. 

A convenção que definirá de forma oficial a volta de Pedro Taques para a política estadual será dia 16, próxima quarta-feira, às 16h em Cuiabá. Na semana passada, havia uma hipótese de o Solidariedade, partido de Pedro Taques, compor com Emanuel Pinheiro para juntos formarem um bloco coeso contra o grupo que comanda o Palácio Paiaguás, que teria Fabio Garcia (DEM) como candidato e o governador Mauro Mendes (DEM) como o principal cabo eleitoral. Essa informação ainda não foi oficializada.

Já no fim de semana estava marcado para Pedro Taques se reunir com o candidato Euclides Ribeiro, mas o próprio Taques disse ao Olhar Direto que não teve essa agenda e que o último encontro com Euclides foi há dez dias. 

De volta ao Senado

Pedro Taques estreou na política no Senado Federal. Ele se candidatou pelo PDT e venceu a disputa pelo cargo em 2010, ocasião em que duas vagas eram disputadas. O outro eleito por Mato Grosso naquela ocasião foi o ex-governador Blairo Maggi.
Taques ficou no cargo por quatro anos e chegou a disputar a presidência do Senado contra Renan Calheiros. Em 2014 deixou o cargo para o primeiro suplente José Medeiros e se candidatou ao governador de Mato Grosso, vencendo a disputa no primeiro turno. 

Em 2018, na tentativa de reeleição, acabou sendo derrotado no primeiro turno por Mauro Mendes (DEM), ficando em terceiro lugar, atrás também de Wellington Fagundes (PL). Fora do poder, Taques se desfiliou do PSDB, assumindo as fileiras do SD, que tem como presidente o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio.


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