França diz que “pesquisa é momento” e “tem muita água pra passar debaixo da ponte” até as eleições


 

O candidato à prefeitura de Cuiabá Roberto França (PATRI), ex-prefeito e ex-deputado estadual, afirmou nesta quarta-feira (14) que não se preocupa nem se surpreende com os resultados de algumas pesquisas eleitorais já realizadas. Segundo ele, cada grupo faz pesquisa de acordo com os próprios interesses, e, além disso, elas só retratam um momento. “Tem muita água pra passar debaixo da ponte”, afirmou.


 

“Cada um faz pesquisa do seu próprio interesse. As pesquisas que nós temos do nosso grupo político e de um instituto de credibilidade e de respeito nos dá um percentual de 20%, contra 22 ou 23 do Emanuel Pinheiro, praticamente empatado tecnicamente, logo depois vem o Abílio. Agora, as outras pesquisas que estão sendo feitas foram feitas pelos outros candidatos, e cada qual fazendo com seu próprio interesse. Eu respeito, mas pesquisa não traduz... nem a que é favorável pra mim, traduz apenas o retrato falado do momento. Pesquisa é momento. Daqui até a eleição tem 30 dias, então muita coisa pode mudar politicamente falando. Tem muita água pra passar debaixo da ponte”, afirmou o candidato, durante visita à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), e em entrevista à Rádio Capital.

 

Nas últimas pesquisas divulgadas pelo Olhar Dados, por exemplo, Emanuel aparece com vantagem maior à de França. Já na do Instituto Avaliar, Roberto França largou na frente.

 

Segundo Roberto França, sua campanha começou efetivamente na última semana. Ele também afirmou que só decidiu se candidatar novamente a pedido da militância e de seus apoiadores.


“Já disputei 12 eleições e nunca tinha visto isso. A cobrança da população que eu deveria voltar à política, que eu deveria participar. Por isso que eu topei esse desafio de, após praticamente 18 anos fora da vida pública, de voltar  a ser candidato pra atender, justamente, a essas manifestações que vieram de baixo pra cima, numa candidatura que surgiu praticamente das aspirações da nossa população ou parte dela. Então eu não poderia me acovardar num momento desse, tudo o que eu fui na política eu devo a Cuiabá”, afirmou.


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