LOUCURA COMUNISTA; VEJA VÍDEO Candidato xinga juiz, promotor, desembargador e presidente do STF


 

Depois de xingar e quebrar a imagem de um santo na semana passada, Júnior Pé no Chão tem candidatura indeferida e perde a compostura


REPORTERMT

O candidato do PC do B à Prefeitura de Sorriso, Júnior Pé no Chão, não poupou a Justiça Eleitoral após ter sua candidatura barrada. Em vídeo publicado nas redes sociais, Pé no Chão acusa os promotores e juízes de 'terem lado' e os chamam de 'cachorros mortos'. Ele teve a candidatura indeferida por falta de quitação eleitoral. 

"Eu queria mandar um recado para a juíza, queria mandar um recado para o promotor,  para todos eles, que eles para mim não passam de um cachorro morto. Eles fedem mais que um cachorro, eles cagam, eles mijam, eles fedem, eles têm problemas", disparou. 

Ele ainda disse servir um Deus vivo e que cada ação da Justiça para tentar prejudicá-lo só o fortalece. Pé no Chão justificou que o seu advogado agiu com morosidade em seu processo e prometeu acioná-lo na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de questionar a atuação dos juízes e promotores após a campanha eleitoral. Ele alega ter sido vítima de abuso de autoridade. 

O candidato também atacou desembargadores do Tribunal de Justiça, chamando Luiz Ferreira da Silva, corregedor-geral do órgão, de "safado" e "ladrão".

"Eles não fazem nada contra eles não, eles se defendem. É uma quadrilha, eles se defendem, por isso temos que usar o abuso de autoridade contra essas porcarias. Por isso temos que buscar essa situação, o PT, o PC do B que não podem se acovardar, buscar o juiz de garantia e pressionar o vagabundo do Dias Toffoli, que é o presidente do Supremo Tribunal Federal", disse.   

Na última semana, o candidato havia provocado polêmica por xingar e quebrar a imagem de São Cipriano enquanto fazia  a dança da chuva. Após a repercussão negativa, ele afirmou que tudo não passou de uma “brincadeira” e que quebrou a imagem porque ele comprou o santo com seu dinheiro.

OUTRO LADO

A reportagem entrou em contato com as assessorias de imprensa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MT). Até a publicação desta matéria os órgãos ainda não haviam se manifestado. 

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