Com caso Flávio Bolsonaro parado, Jayme diz que pedirá retorno de Conselho de Ética presencial




Com as atividades paralisadas devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Conselho de Ética do Senado tem acumulado representações contra políticos como Chico Rodrigues, flagrado com dinheiro na cueca, e Flávio Bolsonaro, por conta do escândalo das chamadas ‘rachadinhas’. Segundo o senador por Mato Grosso Jayme Campos (DEM), não há como fazer os trabalhos de forma remota. Ele afirmou que irá cobrar o presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM/AP) sobre o retorno dos trabalhos.


“Terça-feira eu vou pra Brasília cedo vou conversar com o senador Davi Alcolumbre dentro da casa, ver se a revolução número 7 poderá ser revogada, que existe até então a resolução número 7 que lamentavelmente, em tese as reuniões presenciais de todas as comissões do Senado e da Câmara [estão paralisadas], foi uma reunião que foi feita pelas duas casas. Na medida que essa resolução naturalmente for revogada certamente não só a Comissão de Ética como outras comissões voltará de forma permanente, até porque nós temos vários assuntos pra ser tratados na minha Comissão, mas como você vai tratar de assuntos de representação, de denúncia, se não for de forma presencial?”, afirmou o senador.


Jayme esteve presente na manhã desta sexta-feira (20) na inauguração da ala 6 da Penitenciária Central do Estado (PCE). Ele afirmou, ainda, que já enviou as representações que chegaram ao Conselho para a Advocadia do Senado. “Todos que chegaram na minha mão de representação, que são mais de 8 ou 10, representação, denúncia, todos foram encaminhados para a advocacia Geral do Senado. Alguns já estão com manifestação na Advocacia Geral do Senado, todavia, em vez de ser ser redefinido para o senador Jayme Campos, para o Conselho de Ética, foi encaminhado para o presidente da casa Davi Alcolumbre porque as comissões estão fechadas. Feito isso aí revogando ele vai encaminhar pra mim e eu vou tomar as devidas providências que os casos requer”, declarou.

No último dia 8 e novembro o senador Jayme Campos afirmou que os trâmites a respeito dos pedidos de cassação do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) devem seguir o regimento interno e a Constituição Federal e, apesar da pressão, as pessoas devem entender que ‘não funciona assim a ferro e fogo’. Campos também afirmou ser necessário lembrar que ele, como presidente, só vota em caso de empate.

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