RITUAL DE TORTURA: Assassino arrancou dentes de 2 homens por caso com mulher em MT


 

Segunda vítima de Gilson Rodrigues está viva e será ouvida esta semana pela Polícia Civil, que investiga a morte de Márcio Andreotti, que também teve dentes arrancados e foi morto por ter uma relação com a mulher do acusado.


REPORTERMT



A Polícia Civil identificou uma segunda vítima que teve os dentes arrancados por Gilson Rodrigues, apontado como assassino de Márcio Andreotti, de 33 anos, que também deve dentes arrancados em ritual de tortura e foi morto a facadas. O assassinato ocorreu em Arenápolis (258 km de Cuiabá). O corpo foi encontrado no dia 2 de novembro. 




De acordo com as investigações, Márcio teria sido morto por ter tido uma relação com a mulher do assassino. De acordo com a políicia, a segunda vítima, que teve dentes arrancados, está viva e foi torturada por suposto envolvimento com a relação entre Márcio e a mulher do assassino.
Segundo a Polícia Civil, o assassino, Gilson Rodrigues é membro do Comando Vermelho.

De acordo com informações obtidas pelo , a segunda vítima será ouvida ainda nesta semana pela Polícia Civil. O homem foi pego junto de Márcio e foram torturados juntos.

Na casa de Gilson foi encontrada uma sacola com seis dentes humanos, três seriam de Márcio e outros três da segunda vítima.


Quatro bandidos são investigados pela tortura e assassinato de Márcio Andreotti. Dois deles já estão presos. Eles teriam participado da tortura e na ocultação do cadáver da vítima. Eles alegam que não sabiam que Márcio seria morto.

Os outros dois foragidos são Gilson e outro homem, identificado como Juliano. Eles seriam os autores da tortura e assassinato de Márcio. Na noite de quarta-feira (4), a polícia recebeu informações de que os dois foragidos estavam próximos ao Distrito da Guia.

Agentes da Polícia Militar foram até o local realizar a prisão dos foragidos e foram recebidos a tiros por Gilson e Juliano, que fugiram entrando em um matagal. A informação é de que eles estão recebendo ajuda do Comando Vermelho e agora estão em Cuiabá.


A Polícia Civil segue investigado o caso.
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