Confusão no 'Baronês' se deu após grupo pagar champanhe para mulher casada; garçom atingido na testa


 

A confusão ocorrida na noite da última quinta-feira (17), no restaurante Baronês, localizado na avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá e que terminou em pancadaria generalizada entre clientes e garçons, foi motivada após o grupo tentar pagar champanhe para uma mulher casada. Um dos funcionários do estabelecimento foi atingido por uma cadeirada na testa e precisou ser socorrido.


Os suspeitos foram identificados como: Alex Joacir de Alcantara, 28 anos; Andre Campos Alencastro, 30 anos; Cloves Ulisses de Alcantara, 44 anos; José Lauro de Alcantara, 41 anos; Ysller Ronnie Rodrigues de Alcantara, 36 anos e Milton Diego Araújo de Alcantara, 28 anos. 

Conforme as informações do boletim de ocorrências, o gerente do estabelecimento relatou que a briga começou no momento em que um dos suspeitos mandou entregar uma garrafa de champanhe na mesa vizinha, onde tinham algumas mulheres. O esposo de uma delas não gostou da atitude, foi até onde estava o grupo e disse que a atitude não foi legal.

As partes então começaram a discutir, sendo necessária a intervenção dos seguranças, que disseram que a conta do grupo seria fechada. Também foi pedido que eles deixassem o local. 

Neste momento, um dos suspeitos (não específicado) teria pego uma faca e ameaçado o segurança do restaurante. A equipe então empurrou o grupo para fora, momento em que teve início a briga generalizada, com diversas cadeiras e mesas voando.

Um dos garçons foi atingido por uma cadeirada na testa e precisou ser encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Verdão. Na confusão, foi quebrado um computador, duas garrafas de whisky, uma raque, mesas, cadeiras e um vidro blindex.

O suspeito Cloves Ulisses estava bastante exaltada na chegada da Polícia Militar e, ainda conforme o boletim, resistiu a abordagem e falou palavras de baixo calão aos PMs, dizendo que ninguém iria prendê-lo.

A reportagem tentou entrar em contato com todos os envolvidos, porém, no boletim de ocorrências apenas cinco deles forneceram um telefone de contato. Olhar Direto ligou em todos, mas só foi atendido em duas chamadas.

A primeira chamada foi atendida por Cloves Ulisses que disse que conversaria com o seu advogado para posteriormente se posicionar sobre o assunto.

A segunda chamada atendida foi no telefone de Ysller Ronnie. Porém, quem atendeu foi outra pessoa, que disse ser seu irmão. Ele relatou rapidamente à reportagem que ele estava com o grupo, mas que não participou da confusão generalizada que se deu após a discussão.

O espaço continua aberto para os citados se posicionarem.











Atualizada às 08h58







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