Governador diz que fará programa de desligamento voluntário na Empaer e não descarta extinção




O governador Mauro Mendes afirmou que fará um Programa de Desligamento Voluntário (PDV) na Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e que, mesmo assim, a empresa pública ainda corre o risco de ser extinta.


No PDV são oferecidos benefícios ao servidor que se oferecer a pedir demissão voluntária. Com isso, a intenção do governo é enxugar a máquina. Recentemente, duzentos profissionais deixaram de trabalhar no MT Fomento, outra empresa pública.

“Até agora já extinguimos a Agen e a Seasa. Duas já foram extintas, duas fizemos um processo forte de enxugamento que foi a MT Fomento, que já passou inclusive a ser superavitária, não dá mais prejuízo para os cofres públicos, ela dá resultado e presta um serviço agora relevante, de microcrédito em alguns setores, e também a MTI, que reduzimos mais de 200 profissionais, houve uma forma redução da folha, e a tecnologia da informação está no eixo principal da estratégia da eficiência pública. Nós não vamos extinguir estas empresas”, explicou Mauro.

Segundo ele, no entanto, as outras empresas públicas continuam ‘sub júdice’. “As demais continuam sub júdice e estamos analisando, tem um PDV programado para a Empaer, vamos ver o resultado disso, mas são empresas que ainda correm o risco de ser extintas”, completou.


No entanto, na última quarta-feira (2), foi aprovada na Assembleia Legislativa, em primeira votação, o projeto (PLC-49/2020), de autoria do deputado Wilson Santos (PSDB), que, caso passe em segunda votação, reconhecerá a Empaer como de “relevante interesse social e econômico”. Com isso, ela não poderá ser extinta.

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