Com alta de casos da Covid, Seduc fará enquente para definir retorno às aulas


 

Após a notificação do crescimento de casos de Covid-19, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) fará enquete com os profissionais da educação, pais e responsáveis dos alunos para saber se volta ou não as aulas presenciais em fevereiro deste ano.

  • A enquete estará disponível no site da Seduc. A votação terá início nesta terça (12) e será finalizada até quinta (14). São três opções de escolha:

  • - O retorno 100% presencial;
    - O retorno híbrido - 50% dos alunos de uma sala de aula vão se revezando em dias alternados;
    - Ou não presencial - onde 100% dos alunos em casa com estudo on-line (internet) e off-line (apostila).

 

Para votar, pais ou responsáveis e os profissionais da educação deverão informar o número do CPF, o município onde os filhos estudam ou onde o profissional está lotado, e no caso dos pais quantos filhos estão matriculados na rede estadual de ensino. Votos com CPF inválidos ou repetidos não serão computados.

O secretário Alan Porto aponta que o modelo a ser adotado no início do ano letivo depende da curva epidemiológica da Covid-19. Somente de domingo para segunda, mais de 1,7 mil pessoas foram diagnosticadas pelo novo coronavírus em todo o Mato Grosso, segundo boletim do Governo. "Não vamos tomar nenhuma decisão irresponsável. Nossa maior preocupação é com a saúde dos nossos profissionais e alunos”, enfatiza o gestor.

Alan diz que o diálogo será ampliado também com o Sindicado dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep), Fórum Estadual de Educação, União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime), Associação Matogrossense dos Municípios (AMM), senadores, deputados federais e estaduais.

Ele destaca que a enquete e as discussões com representantes de sindicato, comissões e políticos têm o objetivo de saber qual é a análise feita pela sociedade. “A decisão final será tomada levando em consideração a opinião de pais e responsáveis pelos alunos, a dos profissionais que estarão nas escolas, dos representantes da sociedade e os dados da Covid-19. Já tivemos um grande prejuízo no aprendizado em 2020 devido à pandemia. O ensino presencial é indispensável, principalmente na fase da alfabetização. Mas este retorno só ocorrerá de forma totalmente segura”, garante Alan Porto.


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