COMANDO VERMELHO E PCC: Comandante diz que Rotam é preparada para pegar bandidos “Maria vai com as outras”; assista

Comandante afirma que está um passo à frente para combater o crime.


O tenente-coronel Paulo César defende que os militares não são justiceiros e sim os representantes do Estado, os quais mantém a ordem na sociedade.

MAJU SOUZA
REPORTERMT


O comandante da Rotam, tenente-coronel Paulo César, em entrevista ao RepórterMT desmitificou as histórias sobre a Rotam e disse que o cidadão de bem não deve ter medo e sim o bandido.

Ele destaca que existem criminosos que são “Maria vai com as outras”, que precisam de uma facção crimininosa como Comando Vermelho e PCC para, se autoafirmar.

Ele explica que o foco é retirar os bandidos de circulação e, que “atirar primeiro e perguntar depois” é uma informação equivocada.

“Quando se chega à informação de que a Rotam atira primeiro e pergunta depois, a informação não é correta. O Batalhão Rotam é muito amigo da sociedade, nossos clientes maiores, costumamos dizer, é a sociedade de bem”, afirma.

“Existe aquele 1% que é nocivo à sociedade, contra esse sim, somos enérgicos em tirar de circulação, mas sempre com a ideia de não ser justiceiro”, continua.

O comandante explica que o treinamento é intenso para os militares que fazem parte dessas forças, para que possam estar preparados para dar uma resposta rápida e efetiva nas ocorrências.

O tenente-coronel diz que os militares não são justiceiros e sim os representantes do Estado, os quais mantém a ordem na sociedade.

“Sempre quando em contato com os criminosos, tem uma ação vigorosa, não violenta, mas sim vigorosa. A qualquer momento essas pessoas que estão cometendo crimes, podem tentar algo contra o Estado. A Polícia Militar é o Estado, nós não somos justiceiros dá sociedade, somos habilitados do Estado. Pessoas normais, com treinamento especializado. Existe a informação da forma enérgica e técnica que o batalhão da Rotam checa. A ideia é evitar uma ocorrência mais complicada e se desenrolar rapidamente, por meio de técnicas, abordagens. A abordagem é diferenciada sim, é treinada no dia a dia”, relata.

Crime Organizado

O comandante alega que existem criminosos que são “Maria vai com as outras”, e que necessitam de um grupo para se autoafirmar no sub mundo do crime. Desta forma, nascem as organizações como o Comando Vermelho (CV) e o PCC, que usam de extrema violência para imprimir sua marca.

No entanto, ele coloca que a PM age de forma profissional e que não se sente ameaçada por esses grupos.

“Nós sabemos o mapa do crime de Cuiabá e atuamos nesses locais”, conta.  

Veja vídeo:


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