PRESO COM REVÓLVER 38: Jogador do Cuiabá nega que fez disparos e se envolveu em confusão

Jean desembolsou R$3 mil em fiança e foi solto.


O meia Jean Patrick emitiu nota, afirmou que não ocorreu nenhum fato que pudesse desabonar sua conduta

MAJU SOUZA
REPORTERMT


O jogador do Cuiabá, Jean Patrick Reis, de 28 anos, emitiu uma nota de esclarecimento, após ser preso com um revólver calibre 38 na noite dessa sexta-feira (8), na Capital.

O meia afirma que sua condução pela PM à delegacia não seu deu por conta de tiros e confusão, e, sim, por não ter porte.

O atleta foi detido em um clube, no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá.

“Importante ressaltar que no local não houve nenhum disparo de arma de fogo e nenhum tipo de confusão”, alegou o meia do Dourado. 

Jean pagou R$ 3 mil de fiança e foi liberado ontem mesmo.

Na manhã deste sábado (9), ele treinou normalmente e o Cuiabá Esporte Clube não quis comentar o caso. 

“Saliento a todos que sempre atuei com integridade e nunca aconteceu nenhuma situação degradante, que desabone minha conduta. O problema é que eu não possuo porte de arma, por esse motivo compareci à delegacia e fui liberado”, disse em nota. 

No entanto, no boletim de ocorrência consta que os militares foram até o local, onde ocorria uma festa, após denúncias que houveram disparos com arma de fogo. Na narrativa, também é relatado que o revólver estava no carro de Jean.

Veja nota na íntegra:

Eu Jean Patrick, 28 anos venho a público esclarecer sobre as matérias divulgadas referente ao fato ocorrido com a minha pessoa na noite desta sexta-feira (08), no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá:

• Eu estava em um estabelecimento com alguns amigos. Momento que a policia militar estava passando pelo local e realizou procedimentos padrões como, revista pessoal e checagem veicular, quando eu informei que dentro do meu carro havia um revolver, para proteção pessoal.

• Importante ressaltar que no local não houve nenhum disparo de arma de fogo e nenhum tipo de confusão.

• Saliento a todos que sempre atuei com integridade e nunca aconteceu nenhuma situação degradante, que desabone minha conduta. O problema é que eu não possuo porte de arma, por esse motivo compareci à delegacia e fui liberado.
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