Secretária diz que situação semelhante já aconteceu na Baía de Chacororé em 2010; Governo investiga




Mauren Lazzaretti, secretária da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), afirmou que a situação que acontece na Baía de Chacororé já aconteceu em 2010, e Mato Grosso conseguiu fazer frente às ações. Segundo ela, na próxima sexta-feira um grupo técnico irá ao local para avaliar os pontos que possam ter interrompido o fluxo de água. Na última semana, fotos da baía ‘seca’ causaram espanto nas autoridades e cidadãos.

“Já era uma preocupação do governo do Estado desde o ano de 2020, Sema e Sinfra já vinham atuando para executar obras de manutenção das estruturas da Baía De Chacororé, e eu vou ser mais específica, que é manutenção da barragem que evita saída de água além do que é absolutamente necessário, e também a limpeza dos corixos para que a água possa adentrar na baía”, explicou a secretária. Segundo ela, a empresa chegou a ser contratada, mas com o início do período de chuvas, as obras foram interrompidas.

Na última quarta-feira (13), a Sema se reuniu com técnicos da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), os deputados Faissal Calil (PV) e Carlos Avalone (PSDB), e também o professor Rubem Mauro, que presta apoio técnico à Comissão de Meio Ambiente da Assembleia. “Definimos que na sexta-feira um grupo técnico vai à baía avaliar outros pontos que possam estar interrompendo que a baía volte a encher, e ações emergenciais serão executadas pela Sinfra, pela empresa que já está contratada”, garantiu.

Mauren afirmou que a situação já foi vivida em 2010, e sinalizou que o Governo tem a situação sob controle. “Eu acompanhei no ano de 2010 um cenário semelhante, quando o estado de Mato Grosso teve que também fazer frente a essas ações. Eu tenho um técnico designado, especificamente da superintendência de recursos hídricos que conhece há 30 anos a baía de Chacororé, e assim como o professor Rubem Mauro ele está totalmente dedicado a orientar as ações da Sinfra, juntamente com a Assembleia Legislativa, para que a gente possa ainda neste mês e no mês de fevereiro executar essas ações emergenciais e também verificar se há algo a ser responsabilizado naquelas acusações de que existiram execuções de obras”.

A secretária negou que tenha havido aprovação ou emprego de recursos do Governo do Estado de Mato Grosso, nessa gestão, para execução de obra em desacordo com o que estabelece a lei e em desacordo com o que a secretaria de Meio Ambiente oferece. “Se houve, foi em governos anteriores”, finalizou.

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